Mulheres do Unasp recebem homenagem

Escrito por Rafael Brondani em 12 de março de 2013

 

 

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, realizou atividades especiais para as estudantes. O evento foi promovido pelo Programa de Apoio ao Discente (PROAD), Diretoria de Desenvolvimento Espiritual e Colégio Unasp. As atividades aconteceram nas dependências da instituição e tiveram início nas primeiras horas do dia.  

As estudantes da faculdade foram homenageadas na entrada do prédio do Ensino Superior, onde receberam um porta-moedas e um kit de lixas para unhas. As alunas do ensino fundamental e médio do Colégio Unasp, foram recebidas com músicas especiais tocadas pelos meninos. Um tapete vermelho foi estendido pelo principal corredor, e cada menina ao entrar, recebeu um botão de rosas.

Além dos brindes, também foram colocados, murais comemorativos, tanto no ensino superior como no médio. “Fico feliz em ser homenageada, essa iniciativa do Unasp, relembra a importância que nós mulheres temos para sociedade”, destaca a estudante de publicidade e propaganda, Amanda Flores. 

A orientadora do ensino médio do colégio Unasp, Lucia Santos, conta que os alunos tocaram instrumentos de cordas, prepararam músicas especiais, “uma ornamentação de flores foi preparada”. Ela também citou que os alunos recitaram poemas, e que isso tem uma grande importância. “Eles aprendem a valorizar a mulher. Esse ato social ensina não olhar somente para si, mas para os outros”, destaca.     

O Dia Internacional da Mulher é comemorado oficialmente desde 1975, quando um documento assinado pela Organização das Nações Unidas (ONU) quis homenagear as tecelãs que morreram carbonizadas em 1857, por reivindicarem direitos trabalhistas.

As operárias da indústria de tecelagem, que entraram em greve no dia 8 de março daquele ano, tomaram o prédio da indústria, solicitaram redução da carga horária de 16 para 10 horas por dia (equiparação de salário com o homem) e respeito no ambiente de trabalho. A manifestação, que foi vista como vandalismo, encerrou quando atearam fogo no prédio da indústria, carbonizando cerca de 130 tecelãs.


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